As gigantes norte-americanas Google e IBM anunciaram um acordo para promover novos métodos de ensino universitário com especial ênfase na programação paralela para a Web.
Como parte do acordo, ambas as empresas destinarão seus parques de máquinas – servidores BladeCenter e System x por parte da Big Blue, e componentes de seus clusters, do lado do Google – para a composição de um cluster. Inicialmente com 1.600 processadores – porém, com planos de expansão em breve – o supercomputador rodará Linux e outros softwares de Código Aberto, como o sistema de virtualização Xen, o projeto Hadoop da Fundação Apache, a infraestrutura de computação distribuída MapReduce, do Google, e seu sistema de arquivos distribuído Google File System.
Com teor acadêmico, o acordo entre as duas gigantes propõe ainda um currículo universitário, publicado sob uma licença Creative Commons e confeccionado pelo Google e a Universidade de Washington, EUA, fortemente focado em técnicas de computação massivamente paralela.
O link para onde a matéria foi originalmente produzida é: http://www.linuxnewmedia.com.br/lm/noticia/google_e_ibm_cluster_linux/
Pra quem já procurou, de alguma maneira, se informar sobre computação massiva, paralela, de alto desempenho, clusters, grids, enfim, generalizando, a “supercomputação”, pôde observar que as soluções mais utilizadas e de maior índice de sucesso, invariavelmente, adotam Linux e Software Livre.
A produção científica, em ambientes acadêmicos em geral, ou mesmo centros de pesquisa particulares, é responsável pela disseminação de novas tecnologias, e é cada vez mais comum que estas sejam livres. Tudo isso direta ou indiretamente está presente em nosso dia-a-dia, em nossos desktops, e nem todos se dão conta. O conceito de Linux como ferramenta exclusiva para geeks ou cientistas já está se desfazendo.
E nós estaremos aqui para ajudar nessa desconstrução. Have Fun!